quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Para uma grande nação, grandes soldados


25 de agosto é consagrado aos soldados brasileiros

A data foi instituída em homenagem ao patrono do Exército brasileiro, Luís Alvez de Lima e Silva - Duque de Caxias. Nascido em 25 de agosto de 1803, Duque de Caxias lutou e defendeu o Brasil em confrontos externos e internos.

O soldado é uma graduação do fundo da hierarquia militar. O termo soldado deriva do latim solidarius – alguém que é pago para servir.
A carreira de soldado proporciona o aprendizado de valores como organização, disciplina, solidariedade, entre outros que orientam suas atividades dentro e fora do quartel.

Soldados na Polícia Militar do Estado de São Paulo

A formação na Escola Superior de Soldados da Polícia Militar remonta a março de 1832, quando foram incorporados às fileiras da nascente instituição os primeiros 130 voluntários que compuseram seu efetivo inicial.

A graduação de soldado da Polícia Militar, ordinariamente, desempenha as atribuições da missão constitucional de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública. O soldado precisa ser compromissado com a defesa da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana, incutindo no futuro profissional de polícia e de bombeiros a alta responsabilidade que assume, pois será muitas vezes a única autoridade pública visível para amparar as pessoas em situação de maior vulnerabilidade, sendo seu dever servir e proteger as pessoas, respeitando e difundindo na sociedade a supremacia dos direitos humanos.

Parabéns a todos os soldados comprometidos com a função e com o cidadão.

Comunicação Social

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Polícia Militar no projeto “Música na escola”


O projeto Música na Escola é uma iniciativa dos próprios componentes da Banda de Música Regimental do Comando de Policiamento do Interior seis que, observando a grande receptividade do público infantil às visitas realizadas para a execução do hino nacional, tiveram a idéia de desenvolver uma atividade que, através da música, pudesse incentivar a prática de atos saudáveis, pacíficos e, acima de tudo, patrióticos.

Sendo assim, a Banda Regimental de Música, ciente da necessidade de contribuir com seus recursos para a educação, orientação e formação de nossas crianças, desenvolve um projeto que utiliza a música e a disciplina, nossa formação profissional, no auxílio educacional que diga respeito à cidadania, símbolos pátrios e divulgação da cultura musical.

A partir de então, sem prejuízo das visitas que já eram feitas nas escolas, os policiais militares recebem, semanalmente, a visita de cerca de setenta crianças nas dependências do quartel do CPI-6, proporcionando-lhes uma manhã de diversão e de aproximação com a nossa instituição.

Até os dias de hoje, foram atingidas aproximadamente 3.000,00 crianças das redes de ensino estadual, municipal e particular.

Durante a visita dos escolares, são reforçados os conceitos cívicos e de convivência pacífica, através de preleção, aplicada por nossos policiais, visando o culto aos símbolos Nacionais, a preservação do meio ambiente, o combate as drogas, além da atuação e do papel da Polícia Militar e da Banda de Música no seio da sociedade.



Comunicação Social

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Projeto social de hóquei in-line ajuda na formação de jovens em Araçatuba


Devido ao clima tropical brasileiro, jogar o hóquei no gelo só é possível em ringues de patinação, normalmente, montados dentro de shoppings e galerias de grandes cidades. Foi sua adaptação para o hóquei in-line, jogado com patins de rodas em linha ao contrário de lâminas, que possibilitou a prática do esporte em lugares onde as temperaturas não formam gelo naturalmente. Mesmo com a pouca divulgação, atualmente, o interesse nacional vem crescendo. No Brasil existem campeonatos de âmbito nacional. Há pouco tempo a National Hockey League (NHL), principal liga de hóquei no gelo do mundo, voltou a ser transmitida por um canal por assinatura após um intervalo de cinco anos. No ano passado, emissoras abertas e sites brasileiros acompanharam e mostraram competi-ções ao vivo no Jogos Olímpicos de Inverno. Tudo isso acarretou no crescimento do número de pessoas que jogam ou acompanham o esporte por fóruns, comunidades, sites e outros meios.

Diferentemente da exposição de hoje, há décadas, a visibilidade do hóquei no Brasil era bastante restrita aos desenhos e filmes, já que assinaturas de TV e internet ainda eram inviáveis financeiramente até para quem tinha uma renda acima da média. E foi exatamente assim que nasceu a vontade da prática do esporte em Cláudio Gouveia, na época em que trabalhava em uma videolocadora.

De origem humilde, Gouveia comprou seu primeiro par de patins com o acerto do serviço e apoio da mãe e continuou alugando filmes que envolviam patinação, para assim, observar e aprender. O tempo passou e ele se casou e teve filhos, responsabilidades que tiraram o tempo para a prática, esfriando sua paixão pelo hóquei. Em 2001, ao ver funcionários de um ringue de patinação, instalado no Araçatuba Shopping, jogando hóquei no gelo, decidiu comprar patins e ensinar seus filhos e sobrinho a patinarem, em uma quadra pública, no Conjunto Habitacional Nossa Senhora Aparecida. “Os primeiros tacos eram canos. Nós queimávamos uns conduítes e os moldávamos na ponta, para poder controlar o disco”, explica Gouveia ao falar sobre as dificuldades do início.

O projeto começou a nascer quando alguns pais do bairro pediram a ele que também ensinasse seus filhos. Hoje, o cabo da Polícia Militar, Gouveia, tem 64 alunos cadastrados e mais de 70 não cadastrados de vários bairros e até outras cidades. Ele conta que, apesar do preço elevado dos equipamentos, compra dois pares de patins por ano, e passa para o time aqueles que ele e sua mulher estavam usando. “Os patins custam em torno de R$ 300 a R$ 500, embora receba desconto das lojas que conhecem o projeto. É complicado. Eu também recebo doações de amigos e de alguns alunos que podem pagar”, diz o patinador, que aproveita a oportunidade e pede auxílio para terminar o uniforme do time e comprar luvas para os goleiros, pois “faltam apenas dois patrocinadores para conseguir confeccionar uniformes para todos. Temos apenas um par de luvas, assim, os dois goleiros ficam com apenas uma cada um, o que dificulta o desempenho”.

PROJETO
“Mais do que praticar o esporte, nosso objetivo é ajudar esses meninos a ter um futuro melhor”, exemplifica Cláudio, ao citar a diretora da Escola Estadual Professora Altina Moraes Sampaio, Maria de Fátima Costa Barbosa, que dá todo apoio. Segundo ele, sempre antes de começar a jogar, seus alunos o ajudam a limpar a quadra e fazer a manutenção dos patins e tacos, isso “aprimora o caráter, cresce a responsabilidade em dar valor aos bens e pensar no coletivo, ser solidário”.

Gouveia também fala que há muito diálogo com os alunos e que procura levar policiais, ex-drogados e pessoas que agreguem boa conduta para falar sobre os benefícios de ser uma pessoa justa e socialmente responsável. “Ninguém muda sozinho, aqui nós só encaminhamos para direção correta”, diz Gouveia, ao explicar o encaminhamento dos jovens às igrejas, Proerd, Cras e outros projetos sociais dos bairros. Segundo ele, o esforço de ajudar esses meninos está dando certo, já que muitos mudaram completamente seu desempenho na escola, em casa e no serviço. Tendo em vista os graves problemas sociais como “mães viciadas, pais assassinados, e outros”, Gouveia se considera realizado em ajudar esses jovens.

CAMPEONATO
O treinador do Hóquei Araçatuba está organizando o segundo torneio de hóquei aberto, que terá oito equipes, sendo sete treinadas por ele, e outro time araçatubense fora do grupo. O treinamento acontece todos os sábados, a partir das 8h30, na escola Escola Estadual Professora Altina Moraes Sampaio, que fica na Rua Bauru, nº 50, no Conjunto Habitacional Nossa Senhora Aparecida.

Fonte: FLÁVIO MARTIN - ARAÇATUBA - Jornal O Liberal

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Policial é homenageado no dia dos pais


Polícial militar do 47º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano concedeu uma entrevista ao Jornal Dom Divino da Paróquia Santa Rosa de Lima contando a sua relação com os filhos, a igreja e a vida de Militar.

Agosto mês das vocações, SER PAI, que bela vocação. Nesta edição a igreja Paróquia Santa Rosa de Lima buscou um paroquiano que fosse exemplo dessa tão linda vocação. Ele é o caçula de 12 irmãos, filho de Júlia e José, nasceu em Sorocaba, é devoto de São Francisco de Assis ( por seu exemplo de humildade, entrega e devoção a Cristo), sempre sonhou em ser militar, fez curso aos 14 anos, serviu ao Tiro de Guerra (onde saiu como cabo com diploma de honra ao mérito), entrou para Polícia após ser barrado pelo exame psicológico na época da ditadura, hoje é Segundo Tenente da Polícia Militar. Estamos falando de: Agostinho!

Repórter: Quantos filhos você tem? E o que mais gosta? E o que considera importante para eles?
Agostinho: Tenho cinco filhos: Camila, Cristiano, Dominick, Mariana e Vinicius. O que mais gosto é quando consigo reunilos, é dificil, ams maravilhoso. Sou filho de alfaiate e mãe feirante, minha mãe decidiu trabalhar para poder formar eu e meus irmãos, educação é o bem mais precioso que posso dar aos meus filhos, sou muito rígido quanto à educação, mas como diz Gilbram: " Quanto maior a envergadura da flecha, mais londe vão às flechas" (nota: ele adotou 4 filhos)

Repórter: Como é ser pai dos cinco?
Agostinho: é como a mão de um violinista, são cinco dedos, qualquer um que se perca faz falta. Meu relacionamento com a Dominick, Mariana e o Vinicius sempre foi fácil, quando os conheci, eles estavam abertos ao carinho e a figura paterna, acho q cumpri bem o papel e eles me aceitaram; com a Camila e o Cristiano, teve momentos dificeis, eu fui obrigado a ficar sem vê-los por 9 meses, mas eu os amo e isso é mais forte que tudo e ninguém pode mudar.

Repórter: Você tem uma relação muito bonita com seus filhos e a igreja, de acompanhar, apoiar, porém cada dia é mais dificl ver a participação dos pais na vida dos filhos. O que você acha desta realidade?
Agostinho: é deve dos Pias acompanhar e mostrar o caminho, eu o faço não por obrigação, mas por amor. Quando decidimos cuidar um do outro e sermos uma família (Valéria e Eu), viemos morar próximo a Santa Rosa e buscamos, a conselho de minha mãe, batizar as crianças, batizamos e decidimos ensiná-los a vida cristã, o fizemos e fazemos por fé, e fé se sente, não tem como explicar. Meu pai era músico, tenho 8 irmãos músicos, penso que se eles nos vêem dedicamos a Cristo, seguirão esse caminho também.
Por Marcia Gadben

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Treino em Método Giraldi dá noção da vida de um policial

Minhas mãos estavam geladas, mal conseguia segurar a arma, eu suava frio. A minha visão de 180 graus foi reduzida drasticamente. Era como se um túnel branco tivesse se formado. Tirei o dedo da área de segurança e apertei o gatilho. Foi certeiro. Na vida real, eu teria matado ou, ao menos, causado sérios ferimentos. Em frações de segundos, foi como se eu conseguisse ver o projétil e o rastro de pólvora que saíram da pistola.

A adrenalina foi tão intensa na minha corrente sanguínea que deu uma sensação nunca antes sentida. Os batimentos cardíacos aceleraram. A emoção e a reação formaram uma combinação tão forte que diminuíram a minha capacidade de pensar.

O tempo foi curto, mas suficiente para que várias coisas passassem pela minha cabeça. Lembrei-me do trecho bíblico de Ezequiel 25:17, dito por Jules Winnfield , personagem de Samuel L. Jackson no clássico “Pulp Fiction”, de Quentin Tarantino. Antes de matar, ele sempre dizia: “O caminho do homem justo é rodeado por todos os lados pelas desigualdades do egoísmo e da tirania dos homens maus”. O trecho ecoava em meus ouvidos enquanto olhava fixamente o alvo e atirava.

Estava quase em estado de êxtase, mas logo retornei à realidade e apertei o gatilho novamente. Desta vez, tudo ainda pareceu mais rápido, não sabia se, de fato, havia atirado. Olhei para trás e vi a professora vindo em minha direção. Levei um “presta-atenção”. Na empolgação do primeiro tiro, acabei me desconcentrando e atirei para o chão. Voltei a me acalmar e vi que atirar não era tão simples quanto imaginava.

Olhei para o lado e vi que a sensação que tinha acabado de sentir não foi só minha. Uma garota tremia com a arma nas mãos. É comum a pressão arterial subir, a pupila dilatar e, em alguns casos, as pessoas desacostumadas ficarem à beira de uma síncope. No meu caso, foi apenas a adrenalina elevada ao extremo. Após o segundo tiro, vieram o terceiro, o quarto, o quinto. No final do dia, eu havia somado 120 disparos. O nervosismo ficou de lado. A facilidade de manusear a arma só aumentava.

O Método Giraldi de Tiro Defensivo da PM de São Paulo

Esta foi a minha primeira experiência com uma arma de fogo, a pistola .40., a mesma usada pelos policiais militares. Durante dois dias, participei do curso “Método Giraldi – Tiro Defensivo na Preservação da Vida” da Polícia Militar de São Paulo. O método é reconhecido pelo Comitê da Cruz Vermelha e pela Organização das Nações Unidas (ONU). A técnica é recomendada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

Antes de 1997, a PM utilizava técnicas das Forças Armadas, mas o modelo não foi eficaz pois era incompatível com a realidade das ruas de São Paulo. Em 1998, adotou-se o modelo desenvolvido e aprimorado pelo coronel reserva da Polícia Militar, Nilson Giraldi.

A filosofia tem como um de seus pilares o treinamento policial – com base na simulação de situações de risco – para o uso racional da arma de fogo. Os policiais são instruídos a sempre tentar a negociação com os criminosos para que eles se entreguem sem que seja preciso atirar.

Outro ponto importante é que o método considera a verbalização a tônica do treinamento, assim como a proteção policial, sempre com o intuito de proteger a sociedade. Em todo momento, o policial conversa indicando que está ali para preservar a vida e que é encarregado do restabelecimento da ordem, mas sempre com a técnica necessária para se proteger e identificar qual a ameaça que se apresenta no transcorrer da ocorrência. O modelo de sucesso fez com que a PM exportasse a sua filosofia para outros estados e países.

Dois dias de muita ação

O ponto de partida do meu treinamento foi o Quartel General da Polícia Militar, na Luz, na região central de São Paulo. Participaram profissionais da área de imprensa, estudantes de comunicação social e militares das Forças Armadas.

Na quinta-feira (4) pela manhã, tivemos um ciclo de palestras para conhecer um pouco melhor a instituição e sabermos o que nos aguardava. Em uma das palestras, foram mostradas as 21 características que formam um perfil psicológico dos policiais. Na parte da tarde, partimos para a Escola Superior de Soldados (ESSd), em Pirituba, na zona norte da Capital.

Foi então que tivemos o primeiro contato com o principal material de trabalho do policial: a pistola .40. Após aprendermos a manuseá-la com segurança, passamos por uma série de tiros ao alvo em que o nível de dificuldade era aumentado a cada etapa. Os tiros foram feitos das mais diferentes formas, de pé, de joelhos e até mesmo deitado. Ao todo, foram 120 disparos. Mas o melhor estava guardado para o dia seguinte.

À prova de fogo

O sol ainda não havia nascido quando parti para o meu segundo dia. O treinamento, desta vez, foi em pistas que simulavam favelas, becos e vielas. Foi possível sentir na pele o drama vivido pelos policiais militares no dia a dia. Apesar de serem simulações, o nível de estresse era alto e, a todo momento, fui colocado sob pressão. O objetivo era que se aproximasse ao máximo da realidade do policial.

Por maior que seja a concentração, a possibilidade de erro era iminente. Nas pistas de simulação, o erro era permitido, fora delas poderia custar uma vida. Em frações de segundo, tive que tomar decisões sobre se atirava ou não. O estresse era elevado, o que fez com que a capacidade de raciocínio diminuísse. Em certo momento, disparei contra uma vítima fictícia desenhada no alvo. “Você matou a sua tia!”, gritou um dos instrutores, “Assassino!”, esbravejou outro.

Diversos tipos de ocorrência foram simulados. Em casos de seqüestro, coloquei à prova os ensinamentos passados sobre negociação. Nesse caso, a arma não podia ficar apontada para o seqüestrador, mas para baixo. Uma segunda pista, ainda mais complexa, colocava a tensão e o nervosismo em um nível ainda mais elevado. Bombas de gás, sirene de viaturas e pessoas gritando se misturavam com um cenário de criminosos e inocentes. No final do dia, após tirar o uniforme de treinamento e voltar à realidade, senti certo alívio por não estar na pele de um policial que arrisca a sua própria vida, todos os dias, em prol da sociedade e ainda é julgado de forma injusta, em muitos casos.







Elson Natário- Secretaria de Segurança Pública

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

PM orienta estudantes sobre drogas na volta às aulas



Os calouros de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unoeste) de Presidente Prudente foram recepcionados, nesta quarta-feira (3), na volta às aulas, de uma forma diferente. Uma palestra de boas vindas foi preparada pelo tenente Marcelo Moura Leite, comandante interino da Companhia da Força Tática do 18º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I).

Os calouros receberam orientações sobre o desvio de conduta. O tenente Leite falou sobre os cuidados com drogas e violência, que podem influenciar negativamente a vida acadêmica dos estudantes, causando prejuízos imediatos e futuros.

Na sequência, foram tratadas as temáticas da “Medicina Contemporânea” pelo professor José Hamilton do Amaral, e “A Universidade, seus desafios e a família”, com a professora Rita Higa.

O evento também contou com a participação dos pais dos calouros, do comandante da 1ª Companhia PM, além do diretor das instituições e coordenadores de curso.


Seção de Comunicação Social do 18º BPM/I (com adaptações)

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Ladeirão seguro - policiamento na região do Morumbi


Há mais de uma semana, a PM intensifica o policiamento na região do Morumbi, especificamente na Rua Francisco Thomaz de Carvalho, conhecida com o Ladeirão do Morumbi.

É preocupação do planejamento operacional o redimensionamento do policiamento, quando necessário, em função de peculiaridades locais com vistas à diminuição de índices criminais e uma maior percepção da sensação de segurança na região.

O posicionamento estratégico das viaturas, calcada em análise criteriosa com base em ferramentas de inteligência policial, é de fundamental importância para a consecução dos objetivos de levar segurança à sociedade.

Somente neste período, do dia 18 de julho até o dia 02 de agosto, 06 pessoas foram presas no local, o que demonstra a eficiência do policiamento, se comparado com o começo do mês de julho até o dia 18, quando 03 pessoas tinham sido presas.








Comunicação Social

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Facebook da PM facilita interação



Em tempos de comunicação instantânea, a internet é a alternativa mais rápida e eficaz. E se engana quem pensa que as redes sociais são apenas para entretenimento ou socialização entre amigos. É por este meio de comunicação que órgãos públicos mantêm contato direto com a população. A Polícia Militar do Estado de São Paulo, por exemplo, está presente nas mídias sociais há dois anos.

Chefe da divisão de imprensa do Estado de São Paulo, major Marcelo Soffner comenta que o relacionamento com a sociedade é fundamental. A Polícia existe em função do cidadão. Felizmente a tecnologia atual nos permite essa interação. O perfil da Polícia Militar de Santos (CPI-6) foi criado no Facebook há dois meses e já conta com quase dois mil ‘amigos.

A ordem para que fosse aberto mais um canal de comunicação partiu do comandante geral do Estado de São Paulo, coronel Camilo, explica o tenente Elisiário Neto, chefe do setor de Comunicação Social. Na ferramenta são divulgadas informações e dicas de segurança e cidadania, além das ações realizadas pela PM.

A população também pode interagir com comentários, enviar sugestões e reclamações. Em caso de denúncias, para sigilo e segurança, o tenente solicita que a população continue a ligar para o181, pelo qual não é preciso se identificar. Como o Facebook é um site de relacionamento e aberto a todos, qualquer um pode ser identificado. Para emergências, o ideal é ligar 190, pois o tempo de resposta é mais rápido.

Análise
Para o especialista em Mídias Sociais Wellido Teles, a atitude da PM em se aproximar da sociedade é positiva. Atualmente, a presença digital é muito relevante.É preciso definir o que o cidadão pode receber das mídias sociais: interação e informação. Porém, é preciso lembrar que nem todos são adeptos ou usuários das novas tecnologias. As mídias digitais são um complemento.Não se pode deixar o serviço off-line também.

Matéria Publicada no Jornal A Tribuna-Ana Kabbach

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Comunidade Coreana e policiais militares do Comando Geral - Ação Comunitária


No sábado (30), policiais militares do Quartel do Comando Geral foram às ruas para uma ação diferente.

Esses policiais militares não foram para o policiamento, mas foram fazer uma ação conjunta com a comunidade coreana, limpando as ruas do bairro Bom Retiro.




Comunicação Social